São Paulo registrou o maior número de feminicídios desde 2015, com 53 casos entre janeiro e outubro. No estado, o total chegou a 207. Os dados, obtidos pelo Portal da Transparência da Secretaria de Segurança Pública, consideram apenas os casos consumados, excluindo tentativas.
Especialistas afirmam que o aumento dos registros está ligado não apenas à violência contra mulheres, mas também à Lei do Feminicídio, que tipifica o crime como homicídio qualificado. Silvana Mariano, do Laboratório de Estudos de Feminicídios (Lesfem), ressalta que políticas de educação, saúde, assistência social e habitação são essenciais para prevenir a violência antes que se torne fatal.
A Prefeitura de São Paulo destacou programas como Guardiã Maria da Penha e Casas da Mulher, que já atenderam mais de 20 mil mulheres, oferecendo apoio jurídico, psicológico e socioassistencial. O governo estadual citou a Cabine Lilás, o app Mulher Segura e a expansão das delegacias de defesa da mulher, com monitoramento eletrônico de agressores e atendimento por videoconferência, buscando maior proteção e respostas rápidas.
✅️ Fonte: Rede Pampa e Jornal O Sul

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